José Ricardo

O resgate de uma infância feliz

Quem conhece José Ricardo Michelon Filho, de seis anos, consegue constatar que ele é uma criança alegre, divertida e receptiva. Porém, nem sempre esses comportamentos foram rotineiros na vida da família e nem da criança.

Aparentemente em uma gravidez tranquila, a mãe de José Ricardo, Adriana Pereira de Alencar Carvalho, relata que no final da gestação, durante o exame de ultrasson, foi detectado que o tamanho da cabeça do bebê estava diferente do considerado padrão.

“As médicas que me atenderam naquela época, acabaram informando que a cabeça do meu filho era um pouco maior, mas disseram que não era motivo para nos preocuparmos, já que o pai também era grande. Foi quando ele nasceu que tivemos dimensão de tudo o que estava acontecendo”.

José Ricardo nasceu com uma deformidade grande na cabeça, onde os médicos detectaram de imediato uma suspeita de hidrocefalia. Em busca dos melhores tratamentos para o filho, Adriana, que reside em Tocantins, se deslocou até Goiânia em busca dos melhores profissionais para o tratamento do pequeno José Ricardo.

Após todos os exames realizados, a hidrocefalia foi descartada. Porém já com oito meses de vida, a mãe percebia o desenvolvimento tardio da criança. “Ele realmente apresentava algo diferente em relação a outras crianças da idade dele. Além disso, as crises convulsivas começaram justamente nesta época”, disse a fisioterapeuta.  

Aos oito meses, a primeira crise convulsiva aconteceu, sendo desencadeada por uma simples febre. Como consequência, vieram muitos efeitos colaterais. “Ele se batia, babava, coisa de virar o olho mesmo. E isso acontecia com uma simples febre de 37ºC. A partir daí, tivemos que redobrar a atenção para que ele não ficasse doente”.

Ao completar um ano de idade, José Ricardo já tomava medicamentos como o Trileptal. E conforme o tempo ia passando, o gatilho para as convulsões passaram a ser outros. Adriana via seu filho cada vez mais isolado, ausente e aéreo.

Mesmo com a troca de diversos neuropediatras ao longo do tempo, onde os diagnósticos acabavam sendo modificados com constância, foi apenas com quatro anos que o autismo foi realmente confirmado em José Ricardo.

O diagnóstico oficial aconteceu após ser constatado que Adriana teve contato com o citomegalovirus durante a gestação, impactando na incubação do vírus durante a gravidez.

Na mesma época, o menino estava começando a dar seus primeiros passos na vida. Adriana conta que a adaptação à escola não poderia ter sido melhor, já que ele adora brincar com os amiguinhos e na época, respondia muito bem aos estímulos indicados. Porém, as convulsões não o deixavam em paz.

Foi neste momento que Adriana começou a pesquisar na internet opções que pudessem ajudar no tratamento de José Ricardo com o objetivo de controlar as crises, fazendo com que ele buscasse ter uma qualidade de vida melhor. E após muita procura e algumas indicações, acabou encontrando a 1Pure.

“Pesquisei muito na internet. Já tinha ouvido falar sobre o tema, mas não achei que o CBD poderia me ajudar. E posso garantir que nenhum depoimento é tão confiável quando a troca de experiências com uma mãe na mesma situação que você. Foi a partir deste momento que levei a possibilidade do óleo de canabidiol no tratamento do meu filho ao neuropediatra do meu filho. Perguntei se poderíamos utilizar o medicamento e ele logo me informou que poderíamos usar apenas o CBD da 1Pure.”, disse Adriana.

Em menos de 30 dias de tratamento com o CBD puro, José Ricardo já começou a apresentar melhoras significativas. “Meu filho está começando a se comunicar através de pequenos gestos e balbucios, sabe? Eu converso com ele e ele me responde. Eu nunca imaginei que isso fosse ser possível. Além disso, ele já começou a explorar os ambientes, fazendo com que seja criança mais sociável”, comentou com entusiasmo a mãe, que vem utilizando a medicação com frequência.

As crises convulsivas, em outros momentos grande vilã na vida de José Ricardo, também conseguiram ser controladas. “Depois do uso do CBD, ele teve mais três crises, só que muito mais leves do que antigamente. Do tipo de quem estivesse o conhecendo naquele momento, acreditasse se tratar apenas de uma brincadeira”.

Sobre o futuro do filho, Adriana é enfática: “Claro que eu espero as melhores coisas e a melhor saúde para o meu filho. Mas a melhora está tão incrível e significativa, que prefiro não pensar a longo prazo. Quero curtir esse processo dia a dia”.


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